quarta-feira, 19 de agosto de 2009

Mamãe de primeira viagem

A primeira vez a gente nunca esquece, já dizia o ditado popular. A mãe que está por gerar seu filho pela primeira vez, sente com toda intensidade esse momento único em sua vida. Não que as outras gestações, caso ela venha a ter, sejam menos marcantes, é que esta possui a característica de ser simplesmente a primeira.Inicialmente é importante averiguar se esse filho foi planejado e está de comum acordo com os planos dos pais. Se ambos estão preparados emocionalmente e desejam a criança que está por vir. Existem pais que aprendem a aceitar seus futuros filhos somente depois de terem nascido.A criança é sensível o suficiente para perceber, já no ventre materno, se é aceita ou não. Por isso, é importante já nas primeiras semanas de gestação, que os pais demonstrem para seus filhos que eles são aceitos e amados incondicionalmente, dizendo para a criança em voz alta ou mesmo em pensamento, que a ama e está muito feliz com a sua chegada. O jeito que se conversa com o bebê, o tom de voz e a postura emocional, são até mais importantes do que o assunto da conversa. Para que a criança desde cedo vá se acostumando a ouvir as vozes dos pais, pode-se ler histórias infantis intercalando a voz da mãe com a do pai.Expectativas positivas geram ações e comportamentos positivos. Colocar um toque de brincadeira, de leveza em todo momento da gravidez, ajuda a criança a perceber que o ambiente que o espera é desprovido de tensões e ansiedades.Escutar músicas suaves e relaxantes produzem bons efeitos. Os sons tranqüilos da natureza ajudam a relaxar a mãe e quanto melhor estiver a mãe, mais tranqüila estará a criança, pois ela percebe todos os estados emocionais da mãe. Mães ansiosas geram filhos ansiosos.Massagens delicadas com óleos suaves como lavanda, camomila e amêndoas são demonstrações de afeto do pai para a mãe e consequentemente para o seu filho.Se possível é bom evitar assistir programas violentos na televisão, os quais podem provocar muita ansiedade e tensões na mãe e no bebê. Diminua o tempo na frente da TV se dedicando a atividades mais produtivas e criativas, tais como ler, ouvir música, pintar, escrever e passear pelos parques.É muito importante, para a futura mamãe, o hábito de praticar alguma atividade física. Os corpos bem preparados suportam com mais facilidades as mudanças físicas que a gravidez provoca nas mulheres. Se a mãe estiver com um bom tônus muscular, será mais fácil encarar as mudanças na postura corporal, como o arqueamento de suas costas, o súbito aumento de peso e outras alterações físicas decorrentes da gravidez.Quando o corpo se encontra com saúde e preparado para receber o futuro bebê, quando a mente está tranqüila e serena, sem medos e aflições, e quando o coração se encontra em um estado de receptividade e pronto para amar, estaremos aptos para dar, quem sabe, a nossa maior contribuição para a humanidade.

A importância da atividade física na gestação

Entrevista com Newton Santos.[Saúde na Internet]Um dos temas mais discutidos em se tratando de atividade física e saúde, é a prática de exercícios durante a gestação. A mulher grávida necessita de cuidados especiais no transcorrer de sua gravidez e isto se aplica, também, aos exercícios físicos. Mas é seguro a prática de exercícios físicos justamente durante este período especial para a mulher?[Newton Santos]A resposta a esta pergunta vai depender de quanto tempo a mulher já vinha praticando suas atividades físicas regularmente antes da gravidez; desde que você já esteja acostumada com algum tipo de atividade física ou exercício, não há razão para suspendê-lo na gravidez. Contudo, certifique-se que seu estado de saúde esteja satisfatório a fim de que não traga riscos à sua saúde e, principalmente ao seu bebê.O maior problema, na realidade, ocorre quando gestantes que nunca fizeram qualquer tipo de atividade física resolvem fazê-lo justamente no período da gravidez. E os fatores de risco do exercício na gestação ocorrem, não pelo fato delas estarem grávidas, mas sim pelo fato de se iniciarem numa atividade física sem estarem aptas e acostumadas à prática regular de exercício.Numa gestação normal, o exercício é benéfico para a mãe, para o desenvolvimento fetal, e para o suprimento de leite na amamentação. Alguns médicos citam a ocorrência bem menor de complicações pós-parto nas mulheres que seguiram um programa regular de exercício durante a gestação. O trabalho de parto fica muito facilitado nas mulheres que sempre fizeram algum tipo regular de esporte ou exercício, principalmente da musculatura abdominal.Deve-se entender que a gestação é uma condição que envolve cuidados especiais na prescrição de exercícios. Por esta razão, a gestante deve fazer visitas regulares ao seu obstetra e buscar orientação de profissionais especializados em atividade física para gestantes.A gestação não significa uma contra-indicação absoluta para exercícios físicos, desde que estes já estejam dentro de sua rotina de vida, porém deve-se ter o bom senso de praticá-los com moderação.

Gravidez após os 35 anos

Gostaria de saber os riscos de uma gravidez após os 35 anos e quais os exames necessários para o diagnóstico de uma má formação de feto.Após essa idade é mais comum a ocorrência de certos tipos de patologias como pressão alta, diabetes, pós datismo (passar da data de nascer). Quanto ao feto existe uma maior incidência de doenças como a Sindrome de Down por exemplo. Existe falta de literatura específica neste assunto e na prática clínica tenho observado que não existe muita diferença em ter uma gestação aos 18 anos e aos 38 anos.Tive muitos partos normais e fetos normais aos 38 anos e mal formados aos 17 anos.Para rastear alterações pode se fazer ultrassom e em casos com indicação biopsia de vilo corial.

Bronzeamento Artificial (auto bronzeamento)

O Bronzeamento Artificial com raios UVA e UVB (raios ultravioleta A e B) só é indicado para determinados tipos de doenças de pele e a critério de um médico dermatologista, como em alguns casos de psoríase e vitiligo.Esse tipo de bronzeamento é contra-indicado quando o objetivo é apenas estético, porque os raios podem lesar a pele e trazer danos a médio e longo prazos.Os problemas vão desde manchas de envelhecimento até o câncer de pele. Vários países têm um controle rígido sobre o bronzeamento artificial devido aos prejuízos causados pela aplicação inadequada deste processo.Estudos recentes comprovam que muitos anos de exposição a estas lâmpadas (dicróides e fluorescentes), associados a banhos de sol sem proteção, podem provocar o aparecimento de manchas e até câncer de pele.Um estudo sueco em 1994 concluiu que quem tem menos de 30 anos e se bronzeou 10 vezes ou mais com lâmpadas de UVA em um ano, aumenta em sete vezes as chances de desenvolver melanoma e carcinoma.Na Inglaterra, segunda colocada mundial de bronzeamento artificial (a campeã é a Alemanha) esta é a segunda forma mais comum de câncer, com 4.000 casos a cada ano e quatro mortes por dia.As emissões de UVA enfraquecem as células da pele e o sol tomado após as sessões prejudicam ainda mais, pois estas lâmpadas emitem 3 vezes mais raios ultravioletas do que o Sol, sendo assim uma sessão de apenas 15 minutos equivale a passar um dia inteiro na praia.Mas se estes argumentos não são capazes de convencer - um estudo conduzido por cientistas e biólogos norte-americanos descobriu que os raios UVA usados nas cabines de bronzeamento eram os mais intimamente associados ao desenvolvimento do melanoma em várias espécies de peixes suscetíveis ao câncer.Conclusão dos cientistas: “Os clientes das cabines de bronzeamento são as cobaias humanas de nossa investigação!”Portanto Sinal Vermelho às Lâmpadas de UVA e UVB.

Alerta de verão

Você sabia que todos os cosméticos utilizados pela manhã contendo filtro solar, devem ser reaplicados durante o dia ? Isso acontece porque apesar de a grande maioria dos cosméticos ser a prova dágua, não resistem ao suor e portanto são retirados da pele com o passar das horas. No verão e principalmente quando em exposição ao Sol, a aplicação de produtos com filtro solar deve ser feita a cada 40 minutos. A aplicação inicial deve acontecer 30 minutos antes da exposição ao Sol.

Cuidados com o Sol

Quem fica exposto ao Sol deve se proteger usando protetor solar com um fator de proteção no mínimo 15 (FPS), pois é no verão que a radiação solar é mais prejudicial à saúde de nossa pele. Especialistas alertam que o uso do filtro solar é essencial para se evitar queimaduras e câncer de pele, porém tem de ser usado da maneira correta. Um bom exemplo de prática comum - e errônea - é passar o filtro solar na hora de praticar atividade física ou se expor ao sol. O ideal é passar o filtro com um período mínimo de 30 minutos antes da exposição ao sol. A renovação da proteção também costuma ser desrespeitada pelas pessoas.a renovação é importante também para pessoas que praticam esportes aquáticos. No caso do triathlon, por exemplo, é fundamental o atleta passar protetor solar depois da natação. Por mais que o produto indique que não sai na água, a sua eficácia diminui bastante.Como usar o Filtro Solar Corretamente:- Quando Aplicar?O ideal é aplicar 30 minutos antes da exposição ao Sol- Quanto Aplicar?A quantidade correta de filtro solar deve observar a seguinte proporção - a quantidade de filtro que couber em um dedo indicador é o suficiente para proteger uma área equivalente ao dorso de sua mão.- Como aplicar?Espalhe o filtro solar suavemente até deixar por toda a pele uma superfície esbranquiçada, não devemos esfregar o produto até ele ficar transparente.- Quando renovar?O indicado é renovar a aplicação de filtro solar, no mínimo a cada 2 horas e sempre que entrar na água.- Qual o Fator de Proteção eu devo usar?O fator de proteção solar vai depender do seu tipo de pele porem um fator seguro é igual ou superior a 15.

De olho no melanoma (câncer de pele)

O melanoma se manifesta com a forma de pintas escuras assimétricas e diâmetro aproximado de um lápis.Nos homens é mais comum no tronco, nas mulheres aparece com mais freqüência nas pernas.O sol é o inimigo número um da doença, principalmente, entre as pessoas de pele mais clara.Os amantes do sol devem tomar cuidados redobrados, tais como uso diário de protetor solar, evitar a exposição ao sol das 10 às 15 horas e ter atenção especial com qualquer pinta que apareça, sobretudo nas regiões de atrito como as que são depiladas, no caso da mulheres.

Esporte contra a depressão

A prática de esportes é uma boa saída para quem sofre de depressão.Modalidades de esporte a dois podem render ótimos resultados. Primeiro, porque a companhia de um amigo pode ser um ótimo estímulo e segundo, porque a prática de esportes trás bons estímulos físicos e psicológicos.Além disso, muitos anti-depressivos tem seus efeitos melhorados com a prática de atividades físicas.

Mamão

Esta delícia de fruta é calmante, digestiva e laxativa, sendo bastante indicada para quem possui o estômago sensível, quer manter o peso ou está querendo emagrecer, pois possui baixas calorias.O mamão possui ainda alta quantidade de beta-caroteno, característico de frutas de tons alaranjados. O Beta-caroteno quando ingerido atua como formador de vitamina A. Já a Vitamina A, atua no combate a doencas de pele, cegueira noturna e queda de cabelos.Mas não exagere! O consumo de vitamina A pode causar acúmulo dessa vitamina no organismo e com isso gerar doenças tão perigosas quanto as doenças causadas pela carência de vitamina A.

Priapismo: uma urgência que todo homem deve ter conhecimento!

Chama-se de PRIAPISMO, o estado de ereção prolongada mesmo após um orgasmo. Geralmente essa condição pode ser dolorosa ou não, sendo a primeira mais frequente. Por se tratar de doença que pode levar ao quadro de impotência sexual definitiva, quando diante dessa situação o paciente deve recorrer a um urologista conhecido ou a um pronto atendimento, no hospital mais próximo.Existem dois tipos de priapismo:* 1. Lesão venosa, que é a situação onde o sangue que chega ao pênis através das artérias, não consegue retornar ao corpo por uma obstrução no conjunto de veias que drenam o pênis. Por esse motivo, a pressão do sangue dentro do pênis é elevada, com pouco oxigênio e a dificuldade do sangue chegar até as fibras sensitivas do pênis, gera um quadro doloroso.* 2. Lesão arterial, que é a situação onde há a ruptura de uma ou mais artérias que levam o sangue até o pênis. Nessa situação, o sangue chega em grande volume e de forma rápida ao pênis, enquanto o escoamento é lento, gerando assim o estado de ereção prolongada. Como não há deficiência de chegada de sangue às fibras sensitivas do pênis, geralmente esse quadro é indolor.Causas de priapismo* Lesão venosa: anemia falciforme, substâncias que provocam ereção artificial quando injetadas no pênis (papaverina), doenças neurológicas que geram um quadro de lesão de fibras nervosas envolvidas no mecanismo de ereção (hérnia de disco intervertebral, por exemplo) e algumas situações de utilização de medicamentos como hipotensores (prazosin), anti-depressivos (p.ex: fluoxetine = Prozac), anticoagulantes(heparina), bebidas alcoólicas e drogas como cocaína. Acidentes com grande lesão do períneo e hemorragia local, podem também comprometer a drenagem do sangue peniano por compressão e gerar um quadro de priapismo.* Lesão arterial: condições que gerem ruptura das artérias que levam o sangue para o pênis como trauma perineal e/ou peniano. A grande diferença estará na consistência do pênis que nessa condição, não é de tanta rigidez como no caso da lesão venosa uma vez que mesmo que de forma mais lenta que à chegada do sangue, o sangue consegue deixar o pênis e por esse motivo, pode gerar um estado parcial de ereção e que pode perdurar por um longo período, sem causar dor e muitas vezes sem prejudicar o ato sexual.O tratamento do priapismo muitas vezes necessita de atendimento médico URGENTE. No caso da lesão venosa, a primeira conduta é puncionar o pênis para aspirar o sangue que se encontra estagnado dentro de pênis e pela mesma punção, introduzir substâncias como noradrenalina que ajudariam na detumescência (regressão da ereção) peniana. Caso essa manobra não solucione o problema, há necessidade de intervenção cirúrgica, para se criar uma comunicação de escape do sangue (chamada de shunt) e com isso, permitir a saída do sangue estagnado no interior do pênis. Na lesão arterial, muitas vezes a ligadura cirúrgica da artéria sangrante ou a obstrução dessa artéria por cateterismo (embolização), resolve o problema.

Impotência e fumo

Estudos indicam que o cigarro provoca o enrijecimento das artérias que irrigam o pênis, o que acaba por provocar a impotência.Os homens que fumam bastante possuem mais chances de desenvolver a doença.Além da impotência sexual, o cigarro é um dos grandes responsáveis pela má utilização de vitaminas, o que pode acarretar uma séria de doenças carenciais. O cigarro é considerado ainda um grande causador de câncer, quer seja de pulmão tanto quanto o de boca.Estudos mostraram que as pessoas que fumam têm duas vezes mais chances de perder os dentes do que as não fumantes.O cigarro provocaria perda óssea nos maxilares o que consequentemente prejudicaria a sustentação dos dentes no osso.

Centelha Asiática para combater a celulite

A Centelha Asiática é uma planta medicinal muito usada no combate a celulite.Suas propriedades ativam a circulação local, contribuindo significativamente para a eliminação das gorduras localizadas.Além disso, ela reorganiza as fibras de colágeno que é o responsável pela firmeza da pele.Uma alimentação saudável contendo em média 2 litros de água ao dia, pratos a base de legumes, verduras e frutas e a exclusão de refrigerantes e bebidas gasosas, auxilia eficazmente na prevenção da celulite.

Leite materno como hidratante para os mamilos

Você sabia que lavar os mamilos com sabonete pode ressecá-los ainda mais, provocando mais rachaduras?Substitua o sabonete pela água que não causa nenhum problema, ou lave os mamilos com o próprio leite que vai agir como cicatrizante e hidratante da pele.Outra dica importante é durante toda a gestação, expor os seios ao sol (entre 7 e 10 da manhã e após as 16 horas) por pelo 15 minutos ao dia. Isso tornará a pela do local mais forte e resistente aos microferimentos causados pela sucção do bebê no ato da amamentação.
A Secretaria de Estado da Saúde informa que, lamentavelmente, foram confirmados 42 óbitos de pacientes infectados com o vírus da gripe A (H1N1) no Estado de São Paulo entre o último dia 7 e esta quarta-feira, 12 de agosto. As mortes ocorreram entre os dias 18 de julho e 10 de agosto e estavam sob investigação do Centro de Vigilância Epidemiológica. O Estado de São Paulo registra hoje 111 casos de óbitos por influenza A.

1- Mulher, 30 anos, moradora da Grande São Paulo;
2- Mulher, 36 anos, moradora da região de Campinas, obesa e portadora de Síndrome de Down;
3- Mulher, 32 anos, moradora da região de Campinas;
4- Homem, 16 anos, morador da região de Sorocaba, portador de doença genética degenerativa;
5- Mulher, 25 anos, moradora da região de Campinas;
6- Homem, 58 anos, morador da Capital, tabagista;
7- Criança, 9 anos, sexo feminino, moradora da região de Taubaté, portadora de tumor cerebral com hidrocefalia;
8- Homem, 34 anos, morador da região de Campinas;
9- Mulher, 30 anos, moradora da região de Piracicaba;
10- Homem, 24 anos, morador da Capital;
11- Mulher, 46 anos, moradora da Grande São Paulo;
12- Mulher, idade não informada, moradora da região de Piracicaba, portadora de hipotireoidismo, diabetes e insuficiência renal;
13- Mulher, 20 anos, moradora da Capital, estava grávida;
14- Homem, 30 anos, morador da Grande São Paulo;
15- Criança, 7 anos, sexo masculino, morador da região de Taubaté, portador de imunodepressão;
16- Homem, 52 anos, morador da Grande São Paulo;
17- Mulher, 55 anos, moradora da região de Taubaté, portadora de cardiopatia;
18- Homem, 43 anos, morador da Capital, era obeso;
19- Homem, 30 anos, morador da Grande São Paulo;
20- Criança, 1 anos, sexo masculino, morador da Capital;
21- Mulher, 26 anos, moradora da região de Presidente Prudente, estava grávida;
22- Criança, de 4 anos e 9 meses, sexo masculino, morador da região de Bauru, fazia quimioterapia;
23- Mulher, 31 anos, moradora da Grande São Paulo, estava grávida;
24- Homem, 25 anos, morador da região de Presidente Prudente, era obeso;
25- Homem, 35 anos, morador da Baixada Santista;
26- Homem, 25 anos, morador da região de Campinas, portador de Síndrome de Down e Síndrome Metabólica;
27- Mulher, 34 anos, moradora da Capital, estava grávida.
28- Mulher, 61 anos, moradora da Grande São Paulo, era hipertensa e portadora de doença vascular;
29- Mulher, 23 anos, moradora da região de Campinas, portadora de Síndrome de Down;
30- Criança, 5 anos, do sexo feminino, moradora da Grande São Paulo;
31- Mulher, 63 anos, moradora da Grande São Paulo;
32- Mulher, 33 anos, moradora da região de Campinas, era asmática;
33- Homem, 52 anos, morador da região de Marília, portador de insuficiência renal, cardiopatia crônica e hipotireoidismo;
34- Homem, 36 anos, morador da região de Campinas;
35- Mulher, 16 anos, moradora da região de Piracicaba, estava grávida.
36- Mulher, 25 anos, moradora da região de Bauru, estava grávida;
37- Homem, 32 anos, morador da Capital, era portador de cardiopatia e hipertensão arterial sistêmica;
38- Mulher, 32 anos, moradora da região de Campinas;
39- Mulher, 37 anos, moradora da Capital, era alcoólatra e dependente química, estava grávida;
40- Homem, 49 anos, morador da região de Campinas;
41- Criança, 13 anos, sexo masculino, morador da Capital;
42- Mulher, 31 anos, moradora da Capital;
A Secretaria de Estado da Saúde realiza no próximo dia 22 de agosto, sábado, a segunda fase da Campanha de Vacinação contra a Poliomielite. A meta é vacinar 2,9 milhões de crianças menores de cinco anos contra a doença em todo o Estado. O número corresponde a 95% dos 3,06 milhões de paulistas nesta faixa etária. Na primeira fase da campanha foram vacinadas 95,48% das crianças. Para a segunda fase da campanha serão mobilizados 15.994 postos de vacinação fixos e volantes em todo o Estado, que funcionarão das 8h às 17h. Serão 51.499 profissionais de saúde, 4,2 mil veículos, 76 ônibus e sete barcos envolvidos na operação. Além da vacina contra a poliomielite, as crianças que forem aos postos de saúde poderão colocar em dia sua caderneta de vacinação. Estarão disponíveis vacinas como a Tetravalente (contra difteria, tétano, coqueluche), Tríplice viral (contra sarampo, caxumba e rubéola) e contra hepatite. Há 21 anos o Estado de São Paulo não registra casos de paralisia infantil, mas a vacinação de crianças continua sendo importante porque o vírus da pólio ainda circula em países da África e da Ásia, representando, portanto, uma ameaça à população mundial.Causada pelo poliovírus selvagem, a poliomielite é caracterizada por febre, mal-estar, cefaléia e pode causar paralisia. A vacina é segura e os efeitos colaterais são extremamente raros.
Levantamento dos primeiros dias de vigência da lei antifumo aponta que os bares e restaurantes foram os estabelecimentos responsáveis pela maior parte das 50 autuações registradas. Foram 30 bares e restaurantes multados nesses primeiros dias. Em seguida, apareceram as casas noturnas, com 6 autuações, 12% do total. Em seguida surgem as padarias, que receberam 5 autuações. Também houve multa a supermercados, hotel e até drogaria.Os locais fiscalizados que estavam de acordo com a lei representaram 98,7% do total. Nos três primeiros dias, foram fiscalizados 3.864 estabelecimentos em todo o Estado, com 50 autuações. Na capital paulista, foram 13 multas, num total de 1.558 locais fiscalizados. Desde a madrugada do dia 7 de agosto, ficou proibido fumar em ambientes fechados de uso coletivo em todo o Estado de São Paulo.“Até pela quantidade de bares e restaurantes, eles acabaram recebendo o maior número de autuações. Mas as blitze não se restringiram a eles. As casas noturnas também foram multadas, assim como um hotel, padarias e até uma drogaria. Mas é importante ressaltar que, na sua imensa maioria, os estabelecimentos já se adequaram à lei antifumo”, afirma Cristina Megid, diretora da Vigilância Sanitária do Estado.As blitze de fiscalização continuarão a ocorrer diariamente, em horários variados, incluindo as madrugadas. As ações são realizadas por agentes da Vigilância Sanitária e do Procon. Mesmo locais que já foram visitados pelos fiscais poderão ser alvo de nova inspeção. Em alguns casos, a inspeção pode ocorrer mais de uma vez no mesmo dia.As ações de fiscalização da nova lei antifumo passaram a ser feitas também por agentes sem o colete com o logotipo da lei. No primeiro final de semana de vigência da norma, todas as ações no Estado foram realizadas por agentes com uniforme. A mudança vale apenas em bares, restaurantes e grandes casas noturnas. No caso de condomínios e empresas, os agentes manterão o uniforme, além do documento de identificação.Veja os tipos de estabelecimentos autuados:Bares e restaurantes - 30Casas noturnas - 6Padarias - 5Mercados - 4Supermercados - 2Hotel - 1Concessionária - 1Drogaria1
Levantamento da Secretaria de Estado da Saúde aponta que 37,8% dos casos de violência atendidos nos serviços públicos de saúde do Estado de São Paulo referem-se a maus tratos contra crianças e adolescentes menores de 18 anos. O estudo, que avaliou 3.111 ocorrências de violência notificadas pelos serviços entre janeiro e maio deste ano, também revela que 29,1% das vítimas são menores de 14 anos. As meninas representam a maioria dos atendimentos: cerca de 60% do total. Em 93% dos casos, o agressor da criança é homem. Os tipos de violência contra menores de 14 anos que prevaleceram foi a física, com 33% do total, e a sexual, com 29%, seguidas pela violência psicológica (xingar a criança, por exemplo), com 19%, e a negligência - que ocorre quando a vítima tem algum problema de saúde ligado à falta de cuidado dos responsáveis -, que representou 17% dos casos.Das notificações que informaram quem foi o agressor, 32,2% tiveram como responsável pela violência os amigos ou conhecidos da vítima. Em outros 23,4% dos casos o agressor foi o pai da criança, e, em 12,9%, um desconhecido. Os padrastos responderam por 10,2% das agressões.“É importante que os serviços de saúde estejam atentos para identificar sinais de maus tratos em crianças, encaminhando-as para tratamento adequado. A intervenção precoce pode minimizar os problemas emocionais e comportamentais dessas vítimas", afirma Vilma Pinheiro, responsável pela Divisão de Acidentes e Violências da Secretaria
Sinônimos e Nomes populares
Diminuição de funcionamento da tireóide; falta de tireóide, tireóide cansada.
O que é?
Conjunto de sinais e sintomas decorrentes da diminuição dos hormônios da tireóide.
Como se desenvolve?
É um quadro clínico que ocorre pela falta dos hormônios da tireóide em decorrência de diversas doenças da tireóide.
No recém-nascido, as causas mais freqüentes envolvem:
a falta de formação da glândula tireóide (defeitos embrionários)
defeitos hereditários das enzimas que sintetizam os hormônios
doenças e medicamentos utilizados pela mãe que interferem no funcionamento da glândula da filho
Em adultos, a doença pode ser provocada por:
doença auto-imune (tireoidite de Hashimoto)
após cirurgia de retirada da tireóide por bócio nodular ou neoplasia
por medicamentos que interferem na síntese e liberação dos hormônios da tireóide (amiodarona, lítio, iodo)
(mais raramente)por bócio endêmico decorrente de deficiência de iodo na alimentação
O que se sente?
No recém-nascido, ocorre:
choro rouco
hérnia umbelical
constipação
apatia
diminuição de reflexos
pele seca
dificuldade de desenvolvimento
Se o paciente não receber tratamento adequado até a quarta semana de vida, pode ocorrer retardo mental severo, surdez, e retardo no desenvolvimento de peso e altura.
Na criança, a doença pode provocar déficit de crescimento associado à:
pele seca
sonolência
déficit de atenção
constipação
intolerância ao frio
apatia
No adulto, os sintomas são de:
intolerância ao frio
sonolência, constipação
inchumes nas extremidades e nas pálpebras
diminuição de apetite
pequeno ganho de peso
fraqueza muscular
raciocínio lento
depressão
cabelos secos, quebradiços e de crescimento lento
unhas secas, quebradiças e de crescimento lento
queda das pálpebras
queda de cabelos
A doença predomina no sexo feminino, no qual ocorre também irregularidade menstrual, incluindo a cessação das menstruações (amenorréia), infertilidade e galactorréia (aparecimento de leite nas mamas fora do período de gestação e puerpério).
Quando a doença tem causa auto-imune (tireoidite de Hashimoto) pode ocorrer vitiligo e associação com outras moléstias auto-imunes:
endócrinas (diabetes mellitus, insuficiência adrenal, hipoparatireoidismo)
sistêmicas (candidíase, hepatite auto-imune)
Como o médico faz o diagnóstico?
No recém-nascido, deve ser realizada a triagem neonatal através da dosagem de T4 ou TSH em papel filtro. Se essas dosagens forem alteradas, o exame deve ser confirmado com os mesmos procedimentos no sangue e, se alterados, iniciar de imediato o tratamento.
No adulto, o diagnóstico é estabelecido pelas dosagens de T4 e TSH, e se os mesmos estiverem alterados (T4 baixo e TSH elevado), deve ser buscada a causa do problema através da pesquisa de anticorpos antitireoperoxidase (anti-TPO), antimicrossomais ou antitireoglobulina, que demonstrarão a causa auto-imune do distúrbio. Em pacientes com cirurgia prévia, além dos anticorpos, pode ser realizada também a pesquisa do resíduo de tecido tireóideo remanescente através da ultra-sonografia ou da cintilografia de tireóide. Deve ser também analisado o perfil lipídico do paciente, uma vez que ocorre severa dislipidemia associada ao estado de hipotireoidismo.
Como se trata?
O tratamento de todas as formas de hipotireoidismo é realizado com Tiroxina (T4) em doses calculadas de 1,6 a 2,2 microgramas por Kg de peso corporal no adulto e de 3 a 15 microgramas por kg de peso corporal, dependendo da idade do paciente. O controle do tratamento é realizado pela dosagem de TSH, que deve se manter sempre normal. Nos pacientes dislipidêmicos devem ser monitorizados também os níveis de colesterol e triglicerídeos.
Como se previne?
Os casos que ocorrem após a cirurgia de retirada da tireóide por bócio nodular ou neoplasia podem ser prevenidos através de cirurgia adequada no momento em que a mesma é indicada para o tratamento de bócio. Nas demais situações pode ser realizado um diagnóstico precoce, porém prevenção primária não é disponível.

Cancer de mama

CÂNCER DE MAMA Como são as mamasOs tipos de câncer de mamaFatores de risco para o câncer de mamaSintomas do câncer de mamaComo se faz o diagnóstico de câncer de mamaTratamento para o câncer de mamaDetecção precoce do câncer de mama
Como são as mamas:
As mamas (ou seios) são glândulas e sua função principal é a produção de leite. Elas são compostas de lobos que se dividem em porções menores, os lóbulos, e ductos, que conduzem o leite produzido para fora pelo mamilo. Como todos os outros órgãos do corpo humano, também se encontram nas mamas vasos sanguíneos, que irrigam a mama de sangue, e os vasos linfáticos, por onde circula a linfa. A linfa é um líquido claro que tem uma função semelhante ao sangue de carregar nutrientes para as diversas partes do corpo e recolher as substâncias indesejáveis. Os vasos linfáticos se agrupam no que chamamos de gânglios linfáticos, ou ínguas. Os vasos linfáticos das mamas drenam para gânglios nas axilas (em baixo dos braços) na região do pescoço e no tórax.
Os tipos de câncer de mama:
O câncer de mama ocorre quando as células deste órgão passam a se dividir e se reproduzir muito rápido e de forma desordenada. A maioria dos cânceres de mama acomete as células dos ductos das mamas. Por isso, o câncer de mama mais comum se chama Carcinoma Ductal. Ele pode ser in situ, quando não passa das primeiras camadas de célula destes ductos, ou invasor, quando invade os tecidos em volta. Os cânceres que começam nos lóbulos da mama são chamados de Carcinoma Lobular e são menos comuns que o primeiro. Este tipo de câncer muito freqüentemente acomete as duas mamas. O Carcinoma Inflamatório de mama é um câncer mais raro e normalmente se apresenta de forma agressiva, comprometendo toda a mama, deixando-a vermelha, inchada e quente.
Fatores de risco para o câncer de mama:
O câncer de mama, como muitos dos cânceres, tem fatores de risco conhecidos. Alguns destes fatores são modificáveis, ou seja, pode-se alterar a exposição que uma pessoa tem a este determinado fator, diminuindo a sua chance de desenvolver este câncer.
Existem também os fatores de proteção. Estes são fatores que, se a pessoa está exposta, a sua chance de desenvolver este câncer é menor.
Os fatores conhecidos de risco e proteção do câncer de mama são os seguintes:
Idade:
O câncer de mama é mais comum em mulheres acima de 50 anos. Quanto maior a idade maior a chance de ter este câncer. Mulheres com menos de 20 anos raramente têm este tipo de câncer.
Exposição excessiva a hormônios:
Terapia de reposição hormonal (hormônios usados para combater os sintomas da menopausa) que contenham os hormônios femininos estrogênio e progesterona aumentam o risco de câncer de mama. Não tomar ou parar de tomar estes hormônios é uma decisão que a mulher deve tomar com o seu médico, pesando os riscos e benefícios desta medicação.
Anticoncepcional oral (pílula) tomado por muitos anos também pode aumentar este risco.
Retirar os ovários cirurgicamente diminui o risco de desenvolver o câncer de mama porque diminui a produção de estrogênio (menopausa cirúrgica).
Algumas medicações "bloqueiam" a ação do estrogênio e são usadas em algumas mulheres que tem um risco muito aumentado de desenvolver este tipo de câncer. Usar estas medicações (como o Tamoxifen) é uma decisão tomada junto com o médico avaliando os risco e benefícios destas medicações.
Radiação:
Faz parte do tratamento de algumas doenças irradiar a região do tórax. Antigamente muitas doenças benignas se tratavam com irradiação. Hoje, este procedimento é praticamente restrito ao tratamento de tumores. Pessoas que necessitaram irradiar a região do tórax ou das mamas têm um maior risco de desenvolver câncer de mama.
Dieta:
Ingerir bebida alcoólica em excesso está associado a um discreto aumento de desenvolver câncer de mama. A associação com a bebida de álcool é proporcional ao que se ingere, ou seja, quanto mais se bebe maior o risco de ter este câncer. Tomar menos de uma dose de bebida alcoólica por dia ajuda a prevenir este tipo de câncer (um cálice de vinho, uma garrafa pequena de cerveja ou uma dose de uísque são exemplos de uma dose de bebida alcoólica).Se beber, portanto, tomar menos que uma dose por dia.
Mulheres obesas têm mais chance de desenvolver câncer de mama, principalmente quando este aumento de peso se dá após a menopausa ou após os 60 anos. Manter-se dentro do peso ideal (veja o cálculo de IMC neste site), principalmente após a menopausa diminui o risco deste tipo de câncer.
Seguir uma dieta saudável, rica em alimentos de origem vegetal com frutas, verduras e legumes e pobre em gordura animal pode diminuir o risco de ter este tipo de câncer. Apesar dos estudos não serem completamente conclusivos sobre este fator de proteção, aderir a um estilo de vida saudável, que inclui este tipo de alimentação, diminui o risco de muitos cânceres, inclusive o câncer de mama (veja Dieta do Mediterrâneo neste site).
Exercício físico:
Exercício físico normalmente diminui a quantidade de hormônio feminino circulante. Como este tipo de tumor está associado a esse hormônio, fazer exercício regularmente diminui o risco de ter câncer de mama, principalmente em mulheres que fazem ou fizeram exercício regular quando jovens.
História ginecológica:
Não ter filhos ou engravidar pela primeira vez tarde (após os 35 anos) é fator de risco para o câncer de mama.
Menstruar muito cedo (com 11 anos, ou antes) ou parar de menstruar muito tarde expõe a mulher mais tempo aos hormônios femininos e por isso aumenta o risco deste câncer.
Amamentar, principalmente por um tempo longo, um ano ou mais somado todos os períodos de amamentação, pode diminuir o risco do câncer de mama
História familiar:
Mulheres que tem parentes de primeiro grau, mães, irmãs ou filhas, com câncer de mama, principalmente se elas tiverem este câncer antes da menopausa, são grupo de risco para desenvolver este câncer.
Apesar de raro, homens também podem ter câncer de mama e ter um parente de primeiro grau, como o pai, com este diagnóstico também eleva o risco familiar para o câncer de mama.
Pessoas deste grupo de risco devem se aconselhar com o seu médico para definir a necessidade de fazer exames para identificar genes que possam estar presentes nestas famílias. Se detectado um maior risco genético, o médico pode propor algumas medidas para diminuir estes riscos. Algumas medidas podem ser bem radicais ou ter efeitos colaterais importantes. Retirar as mamas e tomar Tamoxifen são exemplos destas medidas. A indicação destes procedimentos e a discussão dos prós e contras é individual e deve ser tomada junto com um médico muito experiente nestes casos.
Alterações nas mamas:
Ter tido um câncer de mama prévio é um dos maiores fatores de risco para este tipo de câncer. Manter-se dentro do peso ideal, fazer exercício físico, seguir corretamente as recomendações do seu médico e fazer os exames de revisão anuais são medidas importantes para diminuir a volta do tumor ou ter um segundo tumor de mama.
Ter feito biópsias mesmo que para condições benignas está associado a um maior risco de ter câncer de mama.
Mamas densas na mamografia está associado a um maior risco para este tumor. É muito importante que a mamografia seja feita em um serviço qualificado e que o exame seja comparado com exames anteriores (leia mais sobre Detecção Precoce do Câncer de Mama neste site).
Sintomas do câncer de mama:
O câncer de mama normalmente não dói. A mulher pode sentir um nódulo (ou caroço) que anteriormente ela não sentia. Isso deve fazer ela procurar o seu médico. O médico vai palpar as mamas, as axilas e a região do pescoço e clavículas e se sentir um nódulo na mama pedirá uma mamografia.
A mulher também pode notar uma deformidade na suas mamas, ou as mamas podem estar assimétricas. Ou ainda pode notar uma retração na pele ou um líquido sanguinolento saindo pelo mamilo. Nos casos mais adiantados pode aparecer uma "ferida" (ulceração) na pele com odor muito desagradável.
No caso de carcinoma inflamatório a mama pode aumentar rapidamente de volume, ficando quente e vermelha.
Na maioria dos casos, a mulher é a responsável pela primeira suspeita de um câncer. É fundamental que ela conheça as suas mamas e saiba quando alguma coisa anormal está acontecendo. As mamas se modificam ao longo do ciclo menstrual e ao longo da vida. Porém, alterações agudas e sintomas como os relacionados acima devem fazer a mulher procurar o seu médico rapidamente. Só ele pode dizer se estas alterações podem ou não ser um câncer.
Como se faz o diagnóstico de câncer de mama:
A mamografia é um Rx das mamas. Este exame também é feito para detecção precoce do câncer quando a mulher faz o exame mesmo sem ter nenhum sintoma (leia mais sobre Detecção Precoce do Câncer de Mama neste site). Caso a mama seja muito densa, o médico também vai pedir uma ecografia das mamas.
Se a mamografia mostra uma lesão suspeita, o médico indicará uma biópsia que pode ser feita por agulha fina ou por agulha grossa. Geralmente, esta biópsia é feita com a ajuda de uma ecografia para localizar bem o nódulo que será coletado o material, se o nódulo não for facilmente palpável. Após a coleta, o material é examinado por um patologista (exame anátomo-patológico) que definirá se esta lesão pode ser um câncer ou não.
Tratamento para o câncer de mama:
Existem vários tipos de tratamento para o câncer de mama. São vários os fatores que definem o que é mais adequado em cada caso. Antes da decisão de que tipo de tratamento é mais adequado o médico analisa o resultado do exame anátomo-patológico da biópsia ou da cirurgia se esta já tiver sido feita. Além disso, o médico pede exames de laboratório e de imagem para definir qual a extensão do tumor e se ele saiu da mama e se alojou em outras partes do corpo.
Se o tumor for pequeno, o primeiro procedimento é uma cirurgia onde se tira o tumor. Dependendo do tamanho da mama, da localização do tumor e do possível resultado estético da cirurgia, o cirurgião retira só o nódulo, uma parte da mama (geralmente um quarto da mama ou setorectomia) ou retira a mama inteira (mastectomia) e os gânglios axilares.
As características do tumor retirado e a extensão da cirurgia definem se a mulher necessitará de mais algum tratamento complementar ou não. Geralmente, se a mama não foi toda retirada, ela é encaminhada para radioterapia.
Dependendo do estadiamento, ou seja, quão avançada está a doença (tamanho, número de nódulos axilares comprometidos e envolvimento de outras áreas do corpo), também será indicada quimioterapia ou hormonioterapia. Radioterapia é o tratamento que se faz aplicando raios para eliminar qualquer célula que tenha sobrado no local da cirurgia que por ser tão pequena não foi localizada pelo cirurgião nem pelo patologista. Este tratamento é feito numa máquina e a duração e intensidade dependem das características do tumor e da paciente.
Quimioterapia é o uso de medicamentos, geralmente intravenosos, que matam células malignas circulantes. O tipo de quimioterápico utilizado depende se a mulher já está na menopausa e a extensão da sua doença. Hormonioterapia é o uso de medicações que bloqueiam a ação dos hormônios que aumentam o risco de desenvolver este tipo de câncer. Este tratamento é dado para aquelas pacientes em que o tumor mostrou ter estes receptores positivos (receptor de estrogênio e receptor de progesterona).
Detecção precoce do câncer de mama:
O exame de palpação realizado pelo médico e a mamografia são os exames realizados para uma detecção precoce desse tipo de câncer.
Como o médico faz esse exame?
O exame mais fácil de se realizar para se detectar uma alteração da mama é o exame de palpação. Neste exame o médico palpa toda a mama, a região da axila e a parte superior do tronco em busca de algum nódulo ou alteração da pele, como retração ou endurecimento, e de alguma alteração no mamilo.
A mamografia é um Raio X das mamas e das porções das axilas mais próximas das mamas. Nesse exame, o radiologista procura imagens sugestivas de alterações do tecido mamário e dos gânglios da axila. A ecografia das mamas pode auxiliar o radiologista a definir que tipo de alterações são essas.
Esses exames, quando realizados anualmente ou mais freqüentemente, dependendo da história individual da paciente (presença de fatores de risco ou história de tumores e biópsias prévias), pode diminuir a mortalidade por esse tipo de tumor, quando realizados entre os 50 e os 69 anos.
Porém, este tipo de tumor tem características diferentes para populações diferentes. Isto altera o quanto a mamografia é eficaz em diminuir a mortalidade por este tipo de tumor.

Dor de cabeça

A dor de cabeça (cefaléia, no jargão médico) pode representar a manifestação de vários problemas e não constitui uma doença em si mesma. Os tipos mais comuns são a Tensional, a Enxaqueca e a Cefaléia Secundária (p.ex.: causada por sinusite, resfriados, crise hipertensiva, etc).
A Cefaléia Tensional é causada pela contração da musculatura do pescoço e ombros, em geral devido estresse, fadiga e outras causas. As Enxaquecas são causadas por alterações nos vasos sangüíneos da cabeça. Muitas pessoas rotulam qualquer dor de cabeça como sendo “enxaqueca”, mas isto, na maioria dos casos, está incorreto. O ideal é que toda crise de dor seja avaliada por um médico.
Qual a gravidade de uma dor de cabeça?
Assim como outros tipos de dor, as cefaléias podem servir como sinais de alerta de distúrbios mais sérios. Isto é particularmente verdadeiro nos casos de dores causadas por tração ou inflamação. As cefaléias de tração podem ocorrer quando partes da cabeça sensíveis à dor são puxadas, esticadas ou deslocadas – p.ex.: aumento da tensão dos músculos oculares para compensar deficiências visuais, tumores cerebrais, derrame, traumas cranianos, etc. As cefaléias causadas por inflamação incluem aquelas relacionadas às meningites, arterites e doenças dos seios da face, coluna vertebral, pescoço, ouvidos e dentes.
Como deve ser feito o diagnóstico da dor de cabeça?
A maioria dos especialistas concorda que uma boa entrevista é capaz de produzir informações suficientes para um diagnóstico preciso da causa da dor de cabeça. Muitos casos de cefaléia possuem outros sintomas associados que facilitam o diagnóstico. As perguntas mais comuns são:
Com que freqüência você sente dores de cabeça?
Onde exatamente dói?
Quanto tempo duram as crises?
Quando elas começaram pela primeira vez?
Como é o seu sono?
Como anda sua vida pessoal e em família?
Já sofreu traumas ou pancadas ou cirurgias na cabeça?
Faz acompanhamento médico ou uso regular de alguma medicação devido algum problema de saúde?
Nos casos de dúvida, o médico pode solicitar exames de sangue para detectar a presença de alterações da tireóide, anemia ou infecções. Radiografias, Tomografias Computadorizadas e exames de Ressonância Nuclear Magnética do crânio podem auxiliar na detecção da causa de algumas cefaléias (p.ex.: aquelas causadas por tumores cerebrais), mas apenas raramente são necessárias. Uma vez que problemas visuais são uma causa comum de cefaléi, a avaliação por um Oftalmologista é sempre recomendável.
Alguns pacientes necessitam de um Eletroencéfalograma (EEG), para avaliar a atividade cerebral. O EEG é capaz de indicar alterações no funcionamento cerebral, mas não determinam exatamente o que está causando a dor de cabeça